A pasta-raiz e a janela
A pasta-raiz aberta é o seu Espaço. Apenas abri-la não cria nada; ao fechar, o LightNote grava só um pequeno arquivo de sessão (abas abertas e posição). Ligar o Versionamento (Git) ou o MCP em Ferramentas → Espaço → Configuração do Espaço... não muda o que a pasta é: o espaço ganha a marca Git ou MCP ao lado do nome, no launcher e no menu da bandeja. Para só olhar uma pasta, sem que ela vire um espaço, use a janela de arquivos avulsos.
As Configurações Gerais valem para o aplicativo inteiro; a Configuração do Espaço vale só para a pasta aberta. Configuração e estado ficam num banco central, não espalhados pela pasta.
O LightNote roda como instância única: abrir uma segunda pasta reaproveita
o processo (multi-janela, menos memória). Há ícone na bandeja e um
launcher com campo de busca que lista os Espaços (fixe os
favoritos no topo pelo menu de contexto) — veja
Notas diárias e bandeja. Cada aba pode receber uma
etiqueta de cor pelo menu de contexto da barra de abas. Para notas
repetitivas, crie, na raiz do espaço, uma pasta Modelos (ou Templates) com arquivos
.md e use Arquivo → Novo → Nova nota a partir de modelo... Quatro modelos acadêmicos já vêm prontos na mesma lista — Artigo acadêmico, Ficha de leitura, Caderno de laboratório e Protocolo de experimento: escolher um grava o .md nessa pasta, e dali em diante ele é seu para editar.
Organizar e escrever modelos. Subpastas de Modelos viram categorias: Trabalho/Reunião.md aparece como Trabalho/Reunião, e é esse o nome que uma pasta grava ao adotar o modelo. Os campos {{titulo}}, {{data}}, {{hora}} e {{data:dd/MM/yyyy}} são preenchidos na criação — o título é o nome da nota, e renomeá-la logo depois de criada, antes de escrever nela, refaz o título — e nada é trocado dentro de código (entre crases ou num bloco), para que um modelo possa ensinar a própria sintaxe. No modelo eles aparecem marcados como os campos para preencher, com o mesmo fundo — no editor formatado, com a borda sólida da sintaxe —, e numa nota comum não ganham cor, porque ali não fazem nada. O frontmatter do modelo passa para a nota, menos description:, que descreve o modelo, e citation-style:, que é da pasta. Modelos e prompts (a pasta Prompts/) são ferramentas, não conteúdo: ficam fora da busca por significado e do contexto do Chat com IA, e as etiquetas e os aliases: declarados neles não contam — a busca de texto continua achando os dois. Com um modelo aberto, uma faixa no topo do editor diz que ele é um modelo e traz Inserir campo, Ver sintaxe e a Prévia — a nota como ela nasce agora.
A Biblioteca de modelos (em Ferramentas, e a mesma que Arquivo → Novo → Nova nota a partir de modelo... abre) lista todos com busca por nome e descrição, agrupa pelas subpastas e mostra a prévia; ali também se cria um modelo novo — inclusive a partir da nota aberta, em que o título e a data de hoje viram campos. A galeria também traz um grupo Do site: modelos que publicamos, no idioma da interface, buscados só quando você a abre. Importar é cópia — o modelo vira um arquivo seu em Modelos, e nada liga os dois depois disso: um modelo corrigido no site não persegue o que você já importou, e um modelo seu com o mesmo nome sempre vence. Sem conexão a galeria diz que não conseguiu buscar e segue mostrando o que já está nesta máquina.
Campos para preencher. Um modelo pode deixar buracos: {{pergunta:Assunto da reunião}} é um campo livre e {{escolha:rascunho|revisão|final}} é uma lista. Eles não são substituídos na criação — a nota nasce com eles marcados no texto, e é isso que os faz valer também na Nota de hoje, no lnote e no MCP, onde não há tela para perguntar nada. Na nota, o editor formatado mostra cada campo como uma etiqueta de borda tracejada em volta do rótulo (a pergunta, ou a primeira opção); clicar nela seleciona o campo inteiro, e a próxima tecla o substitui. Num campo de escolha o clique também abre a lista: escolher uma opção troca o campo por ela, e fechar a lista sem escolher deixa o campo selecionado, pronto para você digitar outra coisa. Ao criar a nota, o cursor já pousa no primeiro campo; dali Tab e Shift+Tab andam de campo em campo — a barra de status diz em qual você está —, Alt+↓ abre a lista de uma escolha pelo teclado, e Esc (ou sair da linha do campo) devolve ao Tab o papel de sempre. No próprio modelo, Ver sintaxe vem ligado: os campos aparecem como {{…}} de borda sólida e o clique põe o cursor dentro deles, para corrigir a pergunta ou as opções; desligado, o modelo aparece como a nota que vai nascer dele. Os seis campos também estão no menu / e em Inserir → Campos do modelo — só nos arquivos de modelo. No editor de texto o campo aparece como está no arquivo, com as chaves coloridas, e o corretor não entra nele.
Criar arquivos
Criar arquivo escolhendo o tipo. O menu Novo (☰ Arquivo, botão Novo da barra de atividades ou Criar novo no menu de contexto de uma pasta) traz Nova nota (.md), Novo arquivo de texto (.txt) e o submenu Novo arquivo de código com as linguagens mais usadas. Em todos, o arquivo nasce no disco na hora com um nome padrão e a árvore já abre a edição do nome — só o nome é pré-selecionado, então digitar um título não apaga a extensão. Para aceitar o nome sugerido, basta clicar no editor e começar a escrever. Para uma extensão fora do submenu, crie um arquivo e renomeie (F2): trocar a extensão troca a visão — renomear .txt para .md reabre a mesma aba como nota, com a visão de leitura e o sumário, e o contrário devolve o editor de código. As extensões próprias do LightNote (.lnc, .lne, .lnq, .lnh, .lns e os bundles) são exceção: nelas a extensão declara o formato do conteúdo, então renomear pede confirmação e é recusado enquanto a aba estiver aberta.
Arquivo novo que você não chegou a usar. Se você fecha a aba de um arquivo recém-criado sem nomear, sem salvar e sem escrever nada, ele vai para a Lixeira e a barra de status oferece Desfazer — assim um Novo disparado sem querer não deixa rastro na pasta. Qualquer sinal de que o arquivo é seu o torna permanente: renomeá-lo, salvá-lo (Ctrl+S) ou digitar qualquer coisa nele.
O rascunho é um editor de código. A aba de Rascunho (que não é um arquivo em disco) usa o mesmo editor e a mesma barra dos arquivos de código: localizar e substituir, Linhas, Caixa, Comentar, marcadores, dobrar, macros e o assistente de IA. Ele nasce com o realce de Markdown, e a linguagem se troca como em qualquer arquivo. O botão Editar como Markdown troca para o editor das notas (corretor ortográfico, autocompletar de [[ e clique em wikilinks), e Editar como código volta; o texto vai junto. Executar e verificar precisam de um arquivo: Ctrl+S (ou Salvar em disco...) grava o rascunho e a aba vira esse arquivo. Sem arquivo não há salvamento automático; o conteúdo sobrevive ao fechar o app e some se você fechar a aba.
Onde o arquivo novo é criado. O Novo cria sempre na pasta marcada no Explorador, e há sempre exatamente uma marcada. No topo da árvore fica a linha da pasta-raiz, com o nome do espaço: ela é um item como os outros — clique nela para devolver o destino à raiz. Selecionar uma pasta move a marca para ela; selecionar um arquivo marca a pasta que o contém. No modo Lista, que não mostra pastas, a marca fica na linha-raiz e ela exibe o destino efetivo. O menu de contexto da linha-raiz traz Criar novo e Criar pasta.
Arquivos avulsos e favoritos
Para abrir um arquivo solto sem transformá-lo num espaço, use Abrir arquivo avulso… (menu da bandeja): a janela avulsa mostra a árvore de arquivos, mas sem Git, MCP nem override de tema. Se ativado em Configurações → Geral → Recursos, o LightNote se integra ao menu do Explorer do Windows (por usuário, sem exigir administrador): além da lista "Abrir com", o menu de contexto ganha "Abrir com o LightNote" em qualquer arquivo e "Abrir como espaço do LightNote" em pastas (no Windows 11, dentro de Mostrar mais opções). Arquivos abrem nessa janela avulsa; pastas abrem como espaço.
Selecionando vários arquivos de uma vez no Explorer do Windows — inclusive de pastas diferentes — todos abrem na mesma janela avulsa, aba ao lado de aba (em vez de espalhar uma janela por arquivo). As abas dessa janela são lembradas: ao fechá-la e abri-la de novo, os mesmos arquivos voltam. Como o foco aqui são as abas, a árvore de arquivos começa recolhida — use Ctrl+B (ou o botão no topo da barra de atividades) para exibi-la.
Voltando a uma sessão. A janela de arquivos avulsos se chama Arquivos avulsos em todo lugar — inclusive na barra de título, no lugar onde as outras janelas mostram o nome do espaço, para você distingui-las no Alt+Tab. No menu da bandeja, em Abrir, o item ganha o sufixo (N abas) quando há abas guardadas — clicar traz todas de volta. Ela também é a primeira linha do launcher, ao lado dos espaços. E, ao reabrir o LightNote, ele volta com tudo o que estava aberto quando você saiu: cada janela na sua pasta, mais a janela avulsa. Se preferir abrir só a última pasta usada, troque em Configurações → Geral → Interface → Ao iniciar, abrir. Uma janela que você fechou antes de sair fica de fora — fechar é o jeito de dizer "terminei com este espaço".
Favoritos: a barra lateral tem uma seção Favoritos com o que você fixou (menu de contexto da árvore ou da aba → Adicionar aos favoritos) e os arquivos abertos recentemente. Os fixados são por pasta e ficam guardados como caminhos relativos, então sobrevivem a mover o espaço. Enter abre o item selecionado, e o menu de contexto traz Copiar... e Mostrar no Explorer. Num recente, Remover dos recentes o tira da lista enquanto a aba dele continuar aberta (os recentes são as abas abertas); reabrir o arquivo o traz de volta. Um fixado cujo arquivo saiu do disco continua na lista, com Abrir e Mostrar no Explorer desabilitados.
Abrir uma aba em janela própria: no menu de contexto da aba,
Abrir em nova janela reabre aquele arquivo numa janela avulsa (útil para
comparar uma nota ao lado do código). Tipos que dependem do espaço
(.lnc, .lne, .lns e os bundles) não podem ser
destacados.
O Explorador
Mover um arquivo com a aba aberta. Arrastar o arquivo na árvore para outra pasta leva a aba junto — ela continua aberta, apontando para o lugar novo —, e o mesmo vale ao recortar e colar e ao mover uma pasta inteira, caso em que as abas dos arquivos de dentro a acompanham. Segurando Ctrl, o arraste copia em vez de mover. Para fora do LightNote, o arraste sempre COPIA: leve um arquivo da árvore — ou arraste a própria aba pela barra de abas — até uma pasta do Windows, um e-mail ou uma conversa do Teams, e o original continua no seu espaço. Dentro do programa a aba continua sendo só uma aba: arrastá-la para outro painel move a aba, e passar com ela por cima do editor ou da árvore não escreve nem move nada.
Seleção múltipla. A árvore aceita Ctrl+clique (avulso) e Shift+clique (intervalo) nos três modos de visão. Com vários itens selecionados, o menu de contexto passa a operar sobre a seleção inteira: Recortar e Copiar (interoperando com o Explorer do Windows), Apagar (uma única confirmação para todos), Duplicar, Copiar hash, Comprimir para .zip (um arquivo só, cada item com o próprio nome no topo), Aplicar cor, Favoritos, Git (add/restore) e Copiar caminhos (uma linha por item). As ações que só fazem sentido para um item — renomear inline, Propriedades, Abrir como, Converter — ficam desabilitadas, com o motivo no tooltip. Clicar com o botão direito dentro da seleção a preserva; clicar fora dela seleciona só o item clicado. Selecionar uma pasta e algo dentro dela não faz a operação duas vezes: o item de dentro é descartado.
Espiar sem abrir. O clique simples num arquivo já abre uma aba de prévia (reaproveitada, em itálico na barra de abas). Percorrendo a árvore com as setas, a tecla Espaço faz o mesmo e devolve o foco à árvore, para você seguir descendo a lista. No meio de uma busca por digitação — digitar as primeiras letras de um nome leva até ele —, o Espaço conta como letra do nome; espiar volta a valer depois de uma pausa.
Ordenar a árvore. O botão de modo de visão, no alto do Explorador, tem o submenu Ordenar por: Nome, Data de modificação, Tamanho ou Tipo, em ordem Crescente ou Decrescente. As pastas ficam sempre em cima, e o critério vale dentro de cada grupo. Escolher a data ou o tamanho já põe o mais recente ou o maior primeiro. A ordem é lembrada por pasta. Na Lista, quem ordena é o cabeçalho das colunas.
Ordenar pelo cabeçalho. Na Árvore com colunas, clicar no cabeçalho de Nome, Tamanho ou Modificado escolhe o mesmo critério do menu, e clicar de novo inverte o sentido; a seta mostra a ordem em vigor, e as pastas continuam em cima. Na Lista, os nomes seguem a ordem natural (arq2 antes de arq10) e a coluna escolhida fica guardada. A largura de Tamanho e Modificado se ajusta arrastando a borda do cabeçalho, e também é lembrada. Na janela de Arquivos avulsos, o botão de modo de visão traz só a ordem e os arquivos ocultos.
Copiar e colar pelo teclado. Com o foco na árvore, Ctrl+C e Ctrl+X copiam e recortam o arquivo selecionado — não o caminho —, e ele cola no Explorer do Windows ou em outra pasta da árvore com Ctrl+V, que cola na pasta selecionada ou na do arquivo selecionado. Ctrl+F5 atualiza a lista de arquivos (o F5 continua executando o arquivo).
Menu no vazio. O clique com o botão direito numa área vazia da árvore abre o menu da pasta exibida: Criar novo, Criar pasta, Colar, Ordenar por, Atualizar, Recolher tudo (fecha todas as pastas abertas; também no botão de modo de visão) e Propriedades. Na Lista, a varredura pula pastas como node_modules e build, mostra até 20 mil arquivos e avisa quando a pasta tem mais; dela dá para arrastar arquivos para fora, sempre copiando, e renomear com F2 direto na linha.
Ferramentas de arquivo. O menu de contexto do Explorador traz o submenu Ferramentas de arquivo: Renomear em lote (filtro por extensão/curinga/regex + pipeline de regras com pré-visualização e detecção de colisão), Dividir arquivo (por linhas, tamanho ou separador regex), Juntar arquivos (mantendo só o 1º cabeçalho de CSV, opcional), Duplicar, Copiar hash (MD5/SHA-256) e Comprimir para .zip / Extrair aqui. Com vários itens selecionados, Renomear em lote e Juntar arquivos recebem exatamente os itens escolhidos (em vez de varrer a pasta) — e o Juntar respeita a ordem da seleção. Na janela do Juntar, os arquivos de uma pasta entram em ordem natural (parte2 antes de parte10), Adicionar arquivos… ou soltar arquivos do Explorer acrescenta outros, e arrastar um item da lista muda a ordem.
Navegação da janela avulsa. No alto da árvore há voltar (Alt+←), avançar (Alt+→) e subir, mais uma trilha de pastas clicável — cada segmento leva àquele nível. Os botões laterais do mouse também voltam e avançam. Para digitar um caminho, clique no vazio da faixa ou use Ctrl+L; Esc desiste e volta à trilha. Trocar de aba também move a pasta exibida: como a janela avulsa reúne abas de pastas diferentes, clicar numa aba navega até a pasta dela.
Menus e zoom
Menus. O botão ☰ (topo da barra de atividades) reúne os menus Arquivo, Editar, Exibir, Janela, Ferramentas, IA e Ajuda. As ações de IA têm menu próprio (também no botão da varinha, na barra de atividades). Em Ferramentas, os grupos ficam em submenus: Executar (F5/F6/F8, lint, enviar ao terminal, macros), Capturar (nota de hoje, captura rápida, tarefa rápida, gravar áudio, notas adesivas) e Espaço (configuração, snapshot, exportar cópia, mover pasta) — este último também no menu da engrenagem. O menu Novo é o mesmo nos três lugares em que aparece: ☰ Arquivo, botão Novo da barra de atividades e Criar novo do menu de contexto de uma pasta.
Zoom, em qualquer visão. O nível de zoom mora num lugar só: o grupo − 100% + à direita da barra de status. O botão do meio abre a lista padrão — Ajustar à largura e Ajustar à janela (só onde o conteúdo tem tamanho próprio, como PDF e imagem), os níveis 200%, 150%, 120%, 100%, 75% e 50%, e Personalizado… —, com uma marca no que está ativo. Os atalhos são os mesmos em todas as visões que têm zoom (código, notas, PDF, imagem, HTML e planilhas): Ctrl++, Ctrl+−, Ctrl+0 para voltar a 100% e Ctrl+roda do mouse. Numa visão sem zoom o grupo simplesmente não aparece; sob um ajuste, o rótulo mostra Largura ou Janela em vez de uma porcentagem. O zoom é da aba, não do arquivo: a aba que ficou parada e teve a memória liberada — ou que voltou ao reabrir o LightNote — retorna no zoom em que estava; abrir o arquivo de novo, do zero, começa em 100%.
Índice
Edição
- Visão geral
- Primeiros passos
- Espaço e janelas
- Painel Atividades: tarefas e mensagens
- Editor de código
- Markdown e wikilinks
- Diagramas (Mermaid)
- Matemática e química (LaTeX)
- Calendário na nota
- Numeração e referência cruzada
- Citações e referências
- Norma do trabalho acadêmico
- Grafo de conexões
- Tabelas (Parquet, CSV, JSON, Excel)
- Área de análise: tabela dinâmica e vários gráficos
- PDF e imagens
- Imagens: marcar um print
- Páginas HTML (.html)
- Imprimir
- Zip como pasta (.zip)
- Blocos (.lnb)
- Tarefas (Kanban / Gantt)
- Tabela personalizada (.lnd)
- Bases (consultas salvas sobre as notas)
Ferramentas
- Busca em arquivos e Pendências
- Versionamento (Git fácil)
- Snapshots e backup
- Revisar mudanças (checkpoints)
- Comparar arquivos (diff)
- Executar código (F5)
- Terminal e CLIs de IA
- Assistente de IA na seleção (Ctrl+K / Ctrl+I)
- IA no seu computador
- Sessões de IA
- Chat com IA
- Testar API HTTP (.lnh)
- Banco de dados (.lnc)
- Conexão SSH (.lns)
- Segurança: Frase-Segura, PIN e Markdown Seguro
- Notas diárias, captura rápida e bandeja
- Reencontrar notas antigas
- Suas notas no celular
- Gravar áudio (voz, reunião) com transcrição por IA
- Notas autoadesivas
- Calendário
- Paleta de comandos
Automação (IA / scripts)
Referência