Conexão SSH (.lns)

Uma conexão SSH é um arquivo .lns no espaço — versionável e portável, como o .lnc. Crie por Novo → Nova conexão SSH: a aba abre um terminal SSH integrado (via ssh.exe do Windows) e uma mini-barra de arquivos remotos (SFTP).

O navegador de arquivos mostra uma pasta por vez (estilo MobaXterm/WinSCP): a primeira linha é sempre .. para subir um nível, e um duplo-clique numa pasta entra nela — num link simbólico para uma pasta (o current de um deploy) também. A barra de caminho no topo aceita digitar um caminho remoto e Enter para ir direto; na lista, Backspace ou Alt+↑ sobem um nível e Alt+← volta à pasta anterior. A estrela guarda as pastas favoritas da conexão, dentro do próprio .lns. Acompanhar o terminal faz a pasta exibida seguir o cd da sessão SSH: ao ligar, o LightNote digita no terminal uma linha que ensina o shell (bash ou zsh) a informar a pasta a cada prompt — deixe o terminal no prompt antes de clicar. No menu de contexto, Abrir no terminal faz o caminho inverso (leva o terminal para a pasta) e Mostrar a pasta do terminal traz a pasta atual do terminal uma vez. O menu também traz Abrir no editor (baixa o arquivo, abre numa aba e reenvia ao salvar), Baixar, Enviar, Nova pasta, Renomear, Excluir e Permissões (chmod). Você também pode arrastar arquivos do Explorer para o painel para enviá-los à pasta atual.

Ordenar e filtrar. Clique no cabeçalho de uma coluna (Nome, Tamanho ou Modificado) para ordenar e clique de novo para inverter; o .. e as pastas ficam sempre no topo, e a ordem escolhida é lembrada. O campo Filtrar arquivos, abaixo do caminho, aceita máscaras como no shell: * (qualquer texto), ? (um caractere), [abc] ou [a-z] (um do conjunto) e [!x] (fora do conjunto) — por exemplo *BRR* ou *.log. Separe várias com ; e escreva depois de | o que excluir (*.log; *.gz | *debug*). Texto sem curinga procura o trecho no nome, e maiúsculas e minúsculas não se distinguem. O filtro vale só para arquivos — as pastas continuam visíveis para você poder navegar —, continua valendo ao trocar de pasta, e a linha abaixo dele diz quantos arquivos ficaram à vista. Com o painel estreito, as colunas Modificado e depois Tamanho saem da lista, e os dois dados aparecem na dica do nome.

Transferências. O painel mantém uma conexão SFTP aberta enquanto a aba vive, então trocar de pasta não reconecta a cada clique; Desconectar fecha também essa conexão. Selecione vários arquivos com Ctrl ou Shift para baixá-los ou excluí-los de uma vez. Durante uma operação, o rodapé do painel mostra o progresso e o botão Parar — o arquivo que parou no meio é apagado, para não deixar uma cópia que parece inteira. Antes de substituir um arquivo que já existe (no servidor, ao enviar; no seu computador, ao baixar), o LightNote pergunta; e abrir no editor um arquivo acima de 50 MB pede confirmação e oferece baixá-lo em vez disso.

Pastas vão inteiras. Baixar numa pasta percorre a árvore e traz tudo para o destino escolhido; Enviar pasta (na seta do botão Enviar, no menu ou arrastando uma pasta do Explorer) cria a árvore no servidor, e se arquivos já existirem lá uma pergunta só vale para o lote inteiro (substituir todos, pular os existentes ou parar). Excluir uma pasta conta antes o que há dentro e diz quantos arquivos e pastas sairão — o servidor não tem Lixeira. Links simbólicos para pasta não são seguidos: ao baixar ficam de fora, e isso é dito; ao excluir sai o link, nunca o destino dele.

Na lista, Ctrl+F5 atualiza, Ctrl+A seleciona tudo e Ctrl+C copia o caminho remoto dos selecionados (não há arquivo local para copiar). A largura que você der às colunas Tamanho e Modificado é lembrada.

A senha pode ser cifrada dentro do .lns com a Frase-Segura do espaço ou perguntada a cada conexão. Chaves SSH do agente/perfil do Windows funcionam normalmente, pois a conexão usa o cliente OpenSSH do sistema.

A opção Conectar ao abrir (no diálogo da conexão) inicia a sessão SSH automaticamente ao abrir o .lns. Se a senha não estiver guardada, o próprio terminal a pede ao conectar.